A pronúncia de todas as letras em inglês e o alfabeto da OTAN, conhecido como ‘alfabeto zulu’ na aviação, além da história da criação dos alfabetos.

A palavra é de origem grega (alphabetos) e latina (alphabetum), constituída pelas duas primeiras letras do alfabeto grego (alfa e beta).

É um conjunto de letras para escrever.

Alfabeto em Inglês

Exercite o Alfabeto em Inglês

Alfabeto fonético da OTAN

Fonte: Wikiwand

O alfabeto fonético da OTAN é o alfabeto de soletração mais utilizado no mundo. Embora chamados de “alfabetos fonéticos”, alfabetos de soletração não têm conexão com sistemas de transcrição fonética como o alfabeto fonético internacional. Ao invés disso, o alfabeto da OTAN define palavras-chave para letras do alfabeto inglês por meio de um princípio acrofônico (Alpha para A, Bravo para B, etc.) para que combinações críticas de letras (e números) possam ser pronunciadas e entendidas por aqueles que transmitem e recebem mensagens de voz por rádio ou telefone, independente de seu idioma nativo, especialmente quando a segurança de navegação ou de indivíduos é essencial.

É informalmente conhecido como “alfabeto Zulu” na aeronáutica brasileira.

Internacional

Adoção

Depois que o alfabeto foi desenvolvido pela Organização da Aviação Civil Internacional, foi adotado por várias organizações internacionais como a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), a União Internacional de Telecomunicações (UIT), a Organização Marítima Internacional (OMI), a Federal Aviation Administration (FAA) e o American National Standards Institute(ANSI). Deriva-se do muito mais antigo código internacional de sinais, que originalmente abrangia sinais visuais luminosos ou por bandeiras, sinais sonoros por apitos, sirenes, buzinas e sinos, assim como um, dois ou três códigos de letras para várias frases.[1]

O mesmo código alfabético é utilizado por todas as agências, mas cada uma escolhe uma ou duas seleções diferentes de códigos numéricos. A OTAN utiliza as palavras numéricas padrão em inglês (zero, one, com pronúncias alternativas), enquanto a OMI utiliza palavras compostas (nadazero, unaone, bissotwo, etc.). Na prática esses últimos são raramente usados, pois podem provocar confusão entre interlocutores de diferentes nacionalidades.

OTAN

O nome comum do alfabeto (alfabeto fonético da OTAN) surgiu pois ele aparece na publicação Allied Tactical Publication ATP-1, Volume II: Allied Maritime Signal and Maneuvering Book, usado por todas as esquadras aliadas da OTAN, que adotaram uma forma modificada do Código Internacional de Sinais. Por este último permitir que mensagens fossem transmitidas por bandeiras ou código Morse, naturalmente denominou as palavras-chave usadas para transmitir mensagens faladas de “alfabeto fonético”.

Desde que os sinais usados para facilitar as comunicações e táticas navais dos Estados Unidos e da OTAN se tornaram globais, o nome “alfabeto fonético da OTAN” tornou-se um consenso.[2] No entanto, a publicação ATP-1 é classificada como confidencial, e consequentemente não está disponível para consulta pública. Há uma versão do documento disponibilizada a marinhas estrangeiras e até mesmo hostis, que, contudo, também não pode ser divulgada. No entanto, atualmente o alfabeto fonético já aparece em outros documentos militares internacionais não secretos.[3]

Alfabeto

Fonte: Wikiwand

Alfabeto ou abecedário é uma forma de escrita classificada como “segmental”, pois possui grafemas que representam fonemas (unidade básica de som) de uma língua, podendo ser classificada também como uma escrita fonética, pois procura representar os fonemas por um determinado signo.

A palavra é de origem grega (alphabetos), através do latim (alphabetum), constituída pelas duas primeiras letras do alfabeto grego (alfa e beta, correspondentes às nossas letras A e B, respectivamente), e significa um conjunto de letras usadas para escrever.

Apesar de ter se tornado comum o termo alfabeto por alfa e beta, o idioma fenício séculos antes já trazia Alef e Bet, as duas primeiras letras.

O alfabeto tem uma ordem que se emprega por exemplo, para a ordenação em dicionários e enciclopédias em papel, ou em listas de coisas.[1]

O alfabeto em uso na língua portuguesa é o alfabeto latino, do qual se usam 26 letras:

Alfabeto:

ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ

Etimologia

Em português, a etimologia da palavra “alfabeto” está muito clara, procedendo do grego “alfa+beta”. Porém, o termo ab ou ib foi usado também pelos hebreus para denominar a divindade máxima da religião monoteísta, Deus. Segundo esta etimologia [2] ab são as duas primeiras letras do alfabeto hebraico e grego, respectivamente: a = aleph e alpha ou no hebraico pai; e b = bet e beta ou no hebraico útero ou casa do pão e é uma palavra feminina. A união destas compõe a própria palavra alfabeto ou A Palavra, a Verdade, ou o Verbo, segundo a Bíblia, ou o próprio Deus ou, dentro desta concepção hebraica, pai e mãe. Casa do pão, Bethlehem. [2]

Segundo a religião egípcia, a parte mais importante da alma egípcia era o Ab ou Ib (jb) ou coração. O Ib,[3] ou coração metafísico, era concebido como uma gota do coração da mãe para a criança durante a concepção.[4] Achados arqueológicos retratam esta concepção com a imagem de uma pessoa que é encaminhada pela deusa Maat após a morte para a pesagem das almas. A deusa Maat é a deusa da Justiça e do Equilíbrio e maat significa Verdade.

História

É impossível determinar a verdadeira exatidão da data de surgimento do alfabeto.

Segundo Tácito, quem primeiro simbolizou as ideias foram os egípcios, utilizando figuras de animais; estes registros ainda podem ser vistos na pedra.[5][Nota 1]

Os egípcios reivindicavam a invenção do alfabeto, que os fenícios haviam introduzido na Grécia.[5] Porém no começo de 900 a.C., os gregos adotaram o alfabeto fenício e que ainda é utilizado até hoje. Sendo mais que provável que todos os alfabetos europeus tenham se originado do alfabeto fenício. De acordo com a tradição, o alfabeto fenício foi introduzido na Grécia por Cadmo, quando visitou a Grécia com sua frota de fenícios, e ensinou esta arte a um povo que ainda era bárbaro.[5] Outras tradições atribuem o alfabeto grego a Cécrope de Atenas, Lino de Tebas, ou mesmo Palamedes de Argos, quando retornou da Guerra de Troia, que desenhou as formas de dezesseis letras.[5] Simonides, mais tarde, teria introduzido as outras letras.[5]

O alfabeto latino, que foi adotado em quase toda Europa, teve como origem o alfabeto grego.[6] Os etruscos aprenderam o alfabeto grego de Demarato de Corinto e os arborígenes do árcade Evandro.[5] Assim, as letras do alfabeto latino tem a mesma forma das letras do alfabeto grego mais antigo.[5]

As 21 consoantes do alfabeto latino usadas por grande parte das línguas foram criadas pelos antigos fenícios, e as vogais foram criadas posteriormente pelos gregos por volta do século IV a.C. para facilitar seu uso na escrita e composição de palavras novas.[6] O alfabeto latino, inicialmente, tinha menos letras, que foram sendo incluídas com o tempo. O Imperador Cláudio acrescentou mais três letras ao alfabeto; estas letras, porém, caíram em desuso, tendo como evidência apenas algumas placas de bronze.[5]

A – B – C – D – E – F – G
H – I – J – K – L – M – N – O – P
Q – R – S – T – U and V,
W – X – Y and Z.

Now I know my ABC (Agora eu sei meu ABC)
Twenty-six letters from A to Z. (Vinte e seis letras de A a Z.)

Exercite o Alfabeto em Inglês

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Escrito por Paul Sampaio

PAUL SAMPAIO CHEDIAK ALVES é professor, locutor, apresentador de rádio e TV, web designer e diretor fundador da REDE SAMPAIO de Televisão e Sites.

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